19.09.2018
• postado em #seratuante

É importante conhecer bem a si mesmo, como também os cursos e carreira que pretende seguir. Com certeza você já ouviu muito isso, mas de fato esse encaminhamento é a melhor forma de escolher uma profissão. Buscar referências e informações com amigos, familiares, amigos dos seus pais, psicólogo da escola e outras pessoas que já estão no mercado de trabalho ou na faculdade, é a melhor maneira de conseguir esse conhecimento.

Além disso, Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO'S Recursos Humanos e responsável pelo programa de orientação de carreiras "Jobs of the Future", defende que o estudante, antes de escolher um curso, pense na carreira que deseja para a vida. "Hoje, mais importante do que a profissão é a carreira que você constrói. O mercado pede expertise, que a soma de conhecimentos multidisciplinares com experiências múltiplas - não necessariamente de trabalho, mas de vida", diz ela.

Isso exige dois passos. Primeiro, é preciso olhar para dentro de si e analisar suas habilidades, gostos e personalidade. Depois, deve procurar as carreiras que possam combinar com você e buscar a maior quantidade possível de informações sobre elas. Veja palestras, congressos, pesquise sobre o mercado e converse com profissionais da área. Conhecer a universidade e tentar participar de atividades por lá, incluindo até algumas aulas, também pode ajudar você a se decidir.

O intuito nessa etapa, não é decidir por uma profissão, como geólogo ou médico. Porém, descobrir áreas e temas de interesse com os quais você gostaria de trabalhar em longo prazo - por exemplo, exploração mineral ou cirurgia infantil. "Há carreiras, como a nanotecnologia, que podem ser aplicadas em vários segmentos. Não adianta escolher um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele", completa Denise.

COMO FAZER A ESCOLHA CERTA

1. Analise-se.

Liste suas habilidades, gostos e personalidade.

2. Busque informações de fora.

Procure as carreiras que vão permitir aplicar e desenvolver suas habilidades e gostos, e junte a maior quantidade possível de informações sobre elas.

A ideia é que, se você já sabe aonde quer chegar na carreira, terá mais clareza para definir os passos e ferramentas necessárias para isso - como os cursos de graduação e especialização que vai fazer, os idiomas que precisa aprender, estágios e a melhor instituição para estudar (dependendo do lugar, os cursos podem ter focos diferentes), por exemplo. "Com esse preparo, ao final do curso a sua inserção no mercado de trabalho já será mais natural", afirma Denise.

Ao longo desse processo, é bom considerar certas questões. Manoela Costa, gerente da PageTalent, uma consultoria especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees, listou algumas perguntas que você deve fazer a si mesmo:

PERGUNTE-SE:

- Em que profissões poderei usar as habilidades que já tenho?

- Eu conheço bem o curso que pretendo fazer?

- Já dei uma olhada na grade para ver que matérias vou estudar?

- Em que locais, empresas e cargos poderei aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade?


Em relação à profissão escolhida, reflita e escreva em um papel as respostas às seguintes questões:

SOBRE A PROFISSÃO QUE VOCÊ PENSA EM FAZER:

- Que atividades terei de fazer nessa profissão e vou gostar?

- Que atividades terei de fazer e não vou gostar?

- Que atividades não farei, mas gostaria de fazer?

- Que atividades não farei e não gostaria de fazer?


Depois de fazer isso, é preciso considerar se as vantagens e desvantagens vão compensar. Você vai se sentir realizado se não puder usar algumas de suas habilidades? E se tiver de fazer coisas que não gostaria? Se não consegue ver sangue, por exemplo, e ainda assim quer fazer Medicina, vale se perguntar por que você quer tanto essa carreira e se o saldo será positivo no fim do processo. "O ideal seria a pessoa conseguir conciliar as duas coisas: habilidade e hobby", diz Manoela.

Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-profissional/como-escolher-o-curso-que-melhor-se-encaixa-em-seu-perfil/

 

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03.09.2018
• postado em #seratuante

É comum ver estudantes que passam dias e mais dias enchendo o cérebro com "decorebas" a respeito de definições, datas e detalhes, esperando por provas com questões objetivas, como as do tipo "verdadeiro ou falso".

No entanto, na hora da prova esses alunos se deparam com algumas questões dissertativas. O principal pensamento nesses casos é: e agora?

Para evitar esse tipo de problema, o ideal é direcionar os seus estudos como se todas as suas provas fossem dissertativas.

Estudando dessa maneira, você não passará dificuldade em nenhum tipo de teste, já que, sabendo como escrever as respostas, você será capaz também de escolher as alternativas corretas em uma prova de múltipla escolha. Mas qual é a maneira correta de estudar para esse tipo de teste? Veja aqui 10 dicas que podem tornar seu estudo mais fácil:


1. Veja a prova como uma oportunidade
Não comece os estudos odiando o seu professor, pois isso não vai ajudá-lo em nada. Ao invés disso, pense de maneira positiva: em uma prova de múltipla escolha você só tem a chance de acertar ou errar, enquanto uma prova dissertativa dá a você a oportunidade de mostrar ao professor tudo aquilo que você aprendeu durante as aulas. A única coisa que ele espera de você é que essas informações sejam oferecidas de uma maneira linear e organizada.

2. Revise os títulos dos capítulos
Use os títulos dos capítulos como palavras-chave para guiar seus estudos. Olhe para cada título relevante e tente relacioná-los a pequenas ideias, cadeias de eventos e termos importantes que foram citados durante a aula. Ao lembrar esses títulos no momento da prova, será mais fácil acessar as demais informações.


3. Faça anotações enquanto estuda
Enquanto lê o conteúdo, lembre-se de fazer boas anotações. Anote tudo o que você achar relevante sobre o assunto. Você provavelmente não terá tempo para reler sempre todo o conteúdo, mas poderá revisar essas notas com frequência. Dessa forma, os assuntos serão mais bem registrados em sua mente.

4. Procure palavras-chave do professor
Enquanto estiver fazendo anotações durante a aula, fique atento às palavras que seu professor usa durante a explicação. Por exemplo, se ele comentar "e novamente nós vemos que..." ou "outro evento parecido com esse foi...", marque essas informações. Qualquer coisa que indique padrões ou eventos repetidos pode ser considerada uma chave na hora de estudar. E há grandes chances disso cair na prova.

5. Dedique-se a um tema por dia
Toda vez que você pegar o conteúdo para revisar - incluindo livros, gravações e suas próprias anotações - procure por um tema específico e dedique-se exclusivamente a ele. Isso vai ajudar a fixar melhor as questões discutidas.


6. Pratique suas próprias questões dissertativas
Depois de estudar, formule possíveis perguntas que podem ser feitas e tente respondê-las. Confira se o vocabulário usado nas suas respostas aparece em suas anotações e leituras indicadas pelo professor. Sublinhe aqueles termos que considerar mais importantes e volte aos conteúdos oferecidos em aula para confirmar sua relevância.

Com certeza, uma boa forma de estudar é inventar suas próprias questões enquanto você revisa o conteúdo. Ao criar suas próprias questões dissertativas, tente pensar como pensa o professor e defina quais são os pontos mais importantes de um determinado tema.

7. Faça simulados
Uma boa forma de se preparar é fazendo simulados sobre as disciplinas e os assuntos que serão avaliados na sua prova. Procure questões dissertativas que abordem os assuntos, na internet ou em livros, e tente respondê-las. Depois confira a resposta correta e compare com a sua.


Outra forma de simular uma prova dissertativa é planejar um texto para cada conteúdo, sem consultar os livros ou as anotações. Desse modo, você poderá avaliar o que sabe sobre o assunto. Se tiver dificuldade para elaborar um texto, é um sinal de que aquele conteúdo precisa ser melhor estudado.

8. Procure mais informações
Verifique com antecedência se suas anotações são boas o suficiente para a prova. Para estar o melhor preparado possível, reveja todos os materiais que possui: notas, artigos e livros. Decida se esses materiais contêm informações suficientes para que consiga escrever uma boa prova ou se precisará de mais detalhes.

Se concluir que o conteúdo é insuficiente, busque nos livros por mais informações ou pesquise na internet. Além de preencher possíveis lacunas com relação ao assunto, esse processo de pesquisa ajudará seu cérebro a fixar o assunto.

9. Leia com frequência
Leia bastante, pois essa é a melhor maneira de aprender a escrever. Enquanto lê, inconscientemente, você vai absorvendo a estrutura da escrita formal, adequada ao tipo de texto dissertativo. Adquira o hábito de ler sobre diversos assuntos e em formatos variados: livros, revistas, jornais, páginas da internet, etc.

Mas não precisa ler apenas artigos científicos e/ou relacionados a assuntos que podem cair nas suas provas. Mesmo os artigos destinados ao lazer do leitor são úteis.


10. Pratique a escrita objetiva
Em uma prova dissertativa é preciso ser objetivo. Vá direto à resposta e procure responder apenas ao que pede a questão. Dessa forma, você economiza tempo na resolução da prova e demonstra para o avaliador que você tem segurança sobre o assunto. Pratique em casa respostas diretas e objetivas, para não se atrapalhar no momento da prova.

Por exemplo, se a questão solicita que você cite um motivo para o aumento do eleitorado na Nova República, uma resposta possível é: "concessão do direito de voto aos analfabetos". Mesmo havendo outros motivos e ainda que você possa discursar mais sobre este assunto, a questão apenas solicita um fator explicativo. Dessa forma, esta seria uma resposta objetiva e correta.

 

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22.08.2018
• postado em #seratuante

Se você quer saber como fazer uma boa redação, o primeiro passo é esquecer os mitos de que somente algumas pessoas levam jeito para escrever e são capazes de tirar boas notas em vestibulares, concursos, etc.

Talvez você fique surpreso, mas para tirar nota máxima em uma redação basta seguir os critérios da equipe avaliadora.

Existem muitos detalhes importantes que, quando obedecidos, fazem sua redação receber uma excelente nota, mesmo que o texto não seja revolucionário ou digno de um prêmio Nobel. Os corretores não estão procurando um texto inovador ou uma ideia espetacular, eles apenas querem um texto organizado, coerente e fiel ao tema.

Vamos abordar aqui esses detalhes e provar como qualquer pessoa pode ir muito bem na prova redação, mesmo que ainda não tenha muita prática na escrita. Vale a pena destacar que o texto dissertativo argumentativo costuma ser o mais cobrado nas provas de vestibular e concursos, por isso daremos atenção especial a ele.

Aprenda agora o passo a passo para fazer uma boa redação:

1) Estruture seu texto adequadamente

Não é difícil. Basicamente, para fazer sua primeira redação você vai começar colocando no papel algumas ideias simples que você teve para escrever seu primeiro texto. Depois de escrever as primeiras ideias, você vai estruturar essas frases no formato certo. Essa estrutura é a organização do que vamos escrever. Uma boa redação é dividida em INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CONCLUSÃO.

INTRODUÇÃO

É um parágrafo de 2 a 3 frases apenas. A gente só põe nela o básico, dizemos do que vamos falar na redação.

Desenvolvimento
Pode conter de 2 a 4 parágrafos. É nele que a gente vai argumentar, discutir o tema da redação.

Conclusão
É um parágrafo com 2, 3 ou 4 frases. É um fechamento do texto.


Bom, agora que já sabemos como fica a estrutura de uma boa redação, vamos tentar construí-la.

2) Faça as seguintes perguntas para criar a introdução, o desenvolvimento e a conclusão:

A introdução pode ser feita a partir da seguinte pergunta em relação ao tema: "o que eu penso sobre isso?"

O desenvolvimento pode ser obtido por meio das perguntas: "como posso provar isso?", "Quais as causas disso?", "Quais as consequências disso?", "Como isso acontece?", "De que forma posso realizar isso?".

E a pergunta da conclusão é: "Que lição pode ser tirada disso?"

 

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02.07.2018
• postado em #seratuante

As férias de julho chegaram e os alunos do Terceirão já estão na reta final da preparação para o Enem. Mas é importante que este momento seja para descansar, porém com o cuidado de não perder o ritmo dos estudos.

 

 

É preciso que o aluno saiba equilibrar momentos de lazer com os estudos, para não se desligar durante um mês inteiro. Este momento é crucial para recuperar as energias e voltar para o segundo semestre letivo com gosto de gás.

Confira nossas dicas de estudo para o período de férias:

1 - Crie uma rotina específica para as férias;

2 - Equilibre os horários de estudo com os de descanso e atividades de lazer;

3 - Preocupe-se em repor as energias para os próximos meses, por isso, nada de aumentar a carga de estudo;

4 - Foque nas disciplinas que você tem mais dificuldade, mas não deixe de revisar todas as matérias;

5 - Alterne o conteúdo das disciplinas de hora em hora;

6 - Em caso de viagens, aproveite para curtir a família, o passeio, os amigos e também para estudar de forma indireta, por exemplo, visitando museus e lugares históricos;

7 - Veja filmes relacionados com história, geografia e literatura. Uma boa pedida também pode ser a busca por conhecimentos culturais, como ver peças teatrais, visitar exposições de arte, ler histórias em quadrinhos e assistir televisão;

8 - Aproveite para dormir um pouco mais, mas tente não ultrapassar das oito horas diárias;

9 - Pratique atividades físicas com mais frequência durante as férias.


*Com informações do Guia do Estudante

 

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29.05.2018
• postado em #seratuante

Existem dois tipos de pessoas, aquelas que só estudam com silêncio absoluto e outras que só conseguem estudar se estiverem escutando alguma música. Mas, sempre fica o questionamento se a música ajuda ou atrapalha na concentração. É esse mistério que iremos desvendar. Veja a matéria até o final e descubra!

 

 

Ao contrário do que diversas pessoas acreditam, ler e resolver exercícios em silêncio pode ser uma armadilha para a concentração. Isso, porque você fica vulnerável a distrações que podem acontecer com o mínimo de barulho ou interrupção exterior. Como resultado, é bastante comum que você esqueça do que acabou de ler e não absorva o conteúdo da forma que esperava.

Sendo assim, estudos foram realizados recentemente pela organização britânica Mindlab - focada em pesquisas referentes ao impacto da comunicação no nosso cérebro - concluindo que, alguns tipos de músicas estimulam a memorização e assimilação do conteúdo que estudamos.

Já um outro estudo realizado pela Universidade de Caen, na França, garantiu que os alunos que estudaram matemática escutando música clássica, tiveram uma retenção e um aumento de concentração em torno de 12%, comparando aos que não ouviram música durante os estudos.

Além de ser uma maneira de aliviar a tensão, escutar música durante o tempo de estudo, também ajuda o aluno a melhorar a capacidade de absorção do conteúdo. Porém, para atingir um resultado eficaz no que se pretende é preciso selecionar o seu estilo.

Existem tipos de músicas, que intensificam mais ainda esse poder de concentração e retenção de conteúdos. Destas, destacam-se os sons da natureza e as músicas clássicas, excluindo músicas com letras e principalmente se for de uma língua na qual você não seja fluente, pois seu cérebro vai se distrair tentando entender o que se passa na música.

Agora que você já sabe que a música faz um bem danado, tente praticar o hábito de concentração com música e obtenha melhores resultados.

 

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