09.11.2017
• postado em #seratuante

A forma como percebemos e processamos a realidade é determinante na maneira de aprender. Essa foi a descoberta do professor David Kolb, em 1984. Segundo seus estudos, enquanto alguns indivíduos captam a realidade por meio da experiência, outros desenvolvem o mesmo processo com teorias. Por isso é normal encontrar pessoas que no lugar de ler manuais, conseguem entender o funcionamento de um equipamento apertando seus botões.

Descubra qual a sua forma de aprendizagem

Ele classificou as pessoas de acordo com sua forma de aprender de quatro formas. São elas:


Adaptadores: São aquelas que não leem o manual. Gostam da ação, da prática. Preferem trabalhar em grupo e sempre dão um jeito de conseguir recursos e alcançar resultados. No mercado de trabalho, são abundantes em departamento de vendas. Sempre querem a resposta do "para quando?".


Assimiladores: São opostos aos adaptadores. São ótimos criando teorias e definindo problemas. Preferem ideias abstratas a pessoas e se destacam na matemática e nas ciências. Em uma empresa, estão em funções de pesquisa ou planejamento estratégico. A sua pergunta-chave é "por quê?".


Divergentes: Este grupo prefere analisar os problemas em seu conjunto e trabalhar com pessoas. São empáticos, emocionais e espirituosos. São aquelas pessoas que sempre lançam várias propostas diferentes em uma reunião. Neste estilo se encontram artistas, músicos e criativos do mundo empresarial. Procuram sempre responder "e se..." ou "por que não?".


Convergentes: São os contrários dos divergentes. Precisam de aplicações práticas das ideias para testar teorias e resolver problemas e costumam se perder com muitas alternativas. Sempre precisam responder ao "para quê?"


Como você pode se perguntar se somos apenas um desses tipos. O mais comum é que todos tenhamos um pouco dos quatro estilos, embora um deles seja mais acentuado. Mas fique atento! Para nos desenvolvermos melhor pessoal e profissionalmente, aproxime-se de pessoas que nos completam e que tenham um estilo extremo do nosso. É uma excelente maneira de melhorar e superar a si mesmo.

 

Com informações de El País

0 comentários