02.05.2018
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Qual a melhor forma de estudar sempre foi uma dúvida para alunos e até mesmo professores. Existem vários métodos que você pode utilizar no seu dia a dia para que o conteúdo fique firme na sua memória e que você não esqueça mais dele. 
Um desses métodos é o Robinson, que abrange os momentos fundamentais do aprendizado e já tem sido utilizado por diversas universidades americanas. O método consiste em trabalhar cinco passos cruciais para o estudo: explorar, perguntar, ler, rememorar e repassar.
Explorar é o primeiro passo, que nada mais é do que  descobrir todo o conteúdo que está nas páginas que devem ser estudadas. Aqui, o estudante deve observar a obra como um todo, deixando sempre a curiosidade o levar.
As perguntas devem ser feitas em um segundo momento, onde deve-se elencar as dúvidas e perguntas que não ficaram claras. Aqui devem ser anotadas todas as dúvidas que serão levadas ao professor.
Depois, o aluno deve ler, analisar e resumir tudo o que foi estudado, sabendo identificar as partes fundamentais do texto e saber diferenciá-las das complementares. Aqui o aluno pode grifar as partes importantes do texto e elaborar esquemas que possam ser usados na revisão. Perceba que nessa etapa, muitas das perguntas anotadas no segundo passo podem ser retiradas, mas se ainda não ficar claro seus questionamentos, não hesite em procurar o professor.
Rememorar é a etapa que deve ser aplicada ao fim de cada sessão de estudo ou a cada mudança de capítulo. Você deve relembrar tudo o que foi estudado, fazendo um pequeno mapa mental e anotando em um papel. Dessa forma, você vai fixar o que está solidificado e identificar as lacunas que ainda estejam evidentes.
O último método é nada mais que repassar uma análise completa do que foi estudado. Pegue os resumos, mapas mentais e anotações produzidas para checar se está tudo em ordem. O melhor para essa última fase é discutir com os colegas os temas e fazer uma verificação do que foi aprendido e, possivelmente, levantar mais tópicos para a discussão.

 

O que você está esperando para colocar esse método em prática e compartilhar com os amigos? Depois conta pra gente, queremos saber o resultado.

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09.03.2018
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28.02.2018
• postado em #seratuante

Muitas vezes queremos ler páginas e páginas de uma vez com a esperança de compreender todo o assunto. Mas não é bem assim. Alguns hábitos corriqueiros praticados por estudantes acabam não contribuindo para uma verdadeira aprendizagem. Por isso, continue lendo este artigo e se certifique que você não está cometendo essas condutas.

 

1 - Ficar voltando à leitura

É comum quando não compreendemos um assunto, ficar voltando ao início da leitura para poder retirar todas as dúvidas que ficaram e entender melhor o que estamos lendo. Mas na verdade, muitas respostas que procuramos está no decorrer do texto. Se você deseja lembrar datas, nomes e lugares, uma segunda leitura mais analítica irá preencher essas lacunas que ficaram. Mas, se a leitura que você está fazendo criou algumas dúvidas na sua cabeça, a melhor escolha é anotar em um post-it e seguir em frente. Ficar voltando a parágrafos anteriores, além de fazer com que você demore mais a terminar, não irá te ajudar a compreender verdadeiramente o conteúdo. A nossa meta é deixar a decoreba de lado e aprender com autenticidade, criando sempre uma explicação própria do material que você está estudando. Só assim conseguimos medir se aprendemos mesmo.

 

2 - Não fazer leitura silenciosa

Muitas vezes, nos deparamos lendo em voz alta para nós mesmos o texto que temos em mãos, mas essa prática dificulta o processo de aprendizagem. Quando lemos em voz alta ou apenas movimentamos os lábios sem emitir o som das palavras, nosso cérebro acaba retirando o foco da atividade central, que é ler. Portanto, concentre-se nas linhas e crie o hábito de procurar repetir o conteúdo com suas próprias palavras em um tom coloquial. Fazer perguntas sobre o texto lido e adotar uma postura ativa e crítica te farão compreender melhor o assunto.

 

3 - Deixe o lápis de lado e fique quieto

A concentração é fundamental no nosso tempo de leitura. Por isso, deixe de lado lápis, régua ou caneta que você utiliza para acompanhar as linhas da leitura. Muita gente faz isso para não se perder, porém isso faz com que o nosso corpo fique tenso quando ele precisa ficar completamente relaxado. Também é bom evitar mover muito a cabeça, os braços e as pernas e encontrar a posição mais confortável para você (nada de ficar na cama ou no sofá, combinado?). Deixe seu cantinho para estudos todo organizado e procure sempre ter a cadeira e a mesa na altura ideal para o seu tamanho para que você fique mais a vontade, mas sem perder a postura.

 

 

E uma dica final: não se esqueça de fazer pausas entre o seu horário de estudo: beba água, caminhe um pouco, faça um alongamento e descanse a vista. Evite ficar no celular e se dispersar com as redes sociais, beleza?

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09.11.2017
• postado em #seratuante

A forma como percebemos e processamos a realidade é determinante na maneira de aprender. Essa foi a descoberta do professor David Kolb, em 1984. Segundo seus estudos, enquanto alguns indivíduos captam a realidade por meio da experiência, outros desenvolvem o mesmo processo com teorias. Por isso é normal encontrar pessoas que no lugar de ler manuais, conseguem entender o funcionamento de um equipamento apertando seus botões.


 

Ele classificou as pessoas de acordo com sua forma de aprender de quatro formas. São elas:


Adaptadores: São aquelas que não leem o manual. Gostam da ação, da prática. Preferem trabalhar em grupo e sempre dão um jeito de conseguir recursos e alcançar resultados. No mercado de trabalho, são abundantes em departamento de vendas. Sempre querem a resposta do "para quando?".


Assimiladores: São opostos aos adaptadores. São ótimos criando teorias e definindo problemas. Preferem ideias abstratas a pessoas e se destacam na matemática e nas ciências. Em uma empresa, estão em funções de pesquisa ou planejamento estratégico. A sua pergunta-chave é "por quê?".


Divergentes: Este grupo prefere analisar os problemas em seu conjunto e trabalhar com pessoas. São empáticos, emocionais e espirituosos. São aquelas pessoas que sempre lançam várias propostas diferentes em uma reunião. Neste estilo se encontram artistas, músicos e criativos do mundo empresarial. Procuram sempre responder "e se..." ou "por que não?".


Convergentes: São os contrários dos divergentes. Precisam de aplicações práticas das ideias para testar teorias e resolver problemas e costumam se perder com muitas alternativas. Sempre precisam responder ao "para quê?"


Como você pode se perguntar se somos apenas um desses tipos. O mais comum é que todos tenhamos um pouco dos quatro estilos, embora um deles seja mais acentuado. Mas fique atento! Para nos desenvolvermos melhor pessoal e profissionalmente, aproxime-se de pessoas que nos completam e que tenham um estilo extremo do nosso. É uma excelente maneira de melhorar e superar a si mesmo.

 

Com informações de El País

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06.09.2017
• postado em #seratuante
O Exame Nacional do Ensino Médio está chegando e ainda tem muitos estudantes com dúvida em qual carreira seguir. Essa é uma decisão de muita importância pois trilhará os caminhos do aluno nos próximos anos.
Selecionamos algumas dicas que te ajudarão a tomar essa decisão de forma mais firme e sensata para o profissional que você deseja ser.
1 - Não existe uma escolha para a vida toda. Apesar dessa ser uma decisão muito importante, lembre-se que o planejamento do futuro é muito além da escolha da profissão. Se você tem medo de cair na mesmice profissional, saiba que dentro de toda profissão existe um leque de oportunidades para você exercer o seu ofício de diferentes formas . O mais importante é você tomar uma decisão madura e segura do que você quer;
2 - Ter autoconhecimento é essencial para escolher de forma prudente. Além de conhecer o mercado de atuação, saber quem você é, seus gostos, habilidades, competências e expectativas. Isso fará você ter uma visão de como se sentirá realizado profissionalmente;
3 - Liste o que te faz feliz. Não só um salário faz um profissional realizado, mas também quando ele se sente satisfeito com o seu trabalho. Veja quais são as atividades que você gosta de fazer em grupo no seu tempo livre, suas matérias preferidas, filmes e livros que chamam sua atenção;
4 - Valorize o que você faz de melhor. Pense no seu comportamento em atividades do dia-a-dia e procure uma profissão que você se saia bem realizando essas funções. Se preciso, peça ajuda a amigos e familiares, eles com certeza, te ajudarão a refletir esses momentos que suas habilidades foram evidenciadas;
5 - Você já fez um teste vocacional? Não é que o teste vocacional irá bater o martelo em sua decisão, mas ele mostrará um pouco do seu perfil e quais as profissões em que ele se encaixa. Procure um profissional de psicologia para fazer o melhor teste para você;
6 - Saber nunca é demais. Pesquise sobre a profissão conversando com pessoas que já trabalham na área, visite empresas, leia sobre a carreira e o mercado de trabalho, consulte a grade curricular do curso, participe de eventos e cursos e faça estágios. Assim você terá uma noção do que esperar dessa escolha e como você poderá atuar profissionalmente;
7 - Listar os prós e os contras também são um recurso saudável para te ajudar na escolha. Faça uma comparação dessa lista e selecione suas prioridades. Assim, você optará por um curso que seja mais semelhante ao seu estilo de vida.
*Com informações do portal Guia da Carreira

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